Professora recolhe tampas de plástico para ajudar animais em Caxias do Sul – RS

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Em Caxias do Sul – RS, uma professora recolhe tampas de plástico para auxiliar animais carentes. O dinheiro arrecadado com a reciclagem dos objetos é repassado para duas ONG’s da região e a protetores independentes. A iniciativa faz parte do programa Engenharia Solidária, que existe há mais de três anos.

Professora recolhe tampas de plástico: como tudo começou

A professora Rejane Rech leciona na Universidade de Caxias do Sul – UCS e, em 2015, por sugestão de uma aluna, ajudou na criação do projeto que recolhe materiais plásticos na cidade para revendê-los depois. Inicialmente, a ação tinha o objetivo de auxiliar somente a ONG Proteção Animal Caxias.

Após divulgações em redes sociais, os voluntários conseguiram uma verba maior e isso motivou a continuidade do programa. Um ano depois da criação do Engenharia Solidária, a UCS disponibilizou um espaço da universidade para a equipe de voluntários poder abrigar os materiais e conquistou mais visibilidade.

O Engenharia Solidária recebeu cada vez mais apoio. O Sindicato das Indústrias de Material Plástico promoveu uma gincana em escolas para conseguir arrecadar tampinhas e repassar à entidade. Dessa forma, mais animais também eram ajudados.

O programa foi recebendo ainda mais doações de empresas e cidadãos, que se comoveram com a causa. Além disso, o número de voluntários cresceu, dando ainda mais força à equipe do Engenharia Solidária e aos animais. “As doações cresceram e pudemos ampliar nossa rede de ajuda. Passamos a fornecer aos cuidadores independentes, aquelas pessoas que recolhem e mantêm muitos animais em casa. Na maioria das vezes, são pessoas humildes, que amam os animais, mas que não têm apoio para poder alimentá-los adequadamente”, conta Rejane.

Professora recolhe tampas de plástico: estrutura do projeto

Conforme os anos se passaram, o projeto se consolidou. Hoje, os voluntários ficam incumbidos de algumas tarefas, como: limpeza; separação de materiais; buscas pelos pontos de coleta; recrutamento de novos voluntários; divulgação nas redes sociais, entre outros.

O Engenharia Solidária consegue arrecadar R$6 mil por mês. O valor é repassado para as entidades de proteção animal, aos protetores e, assim, consegue ajudar os animais resgatados por eles.

*Fonte: Gaúcha ZH

*Imagem: divulgação



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